Se os ritmos mudaram, as estruturas e os rituais alimentares também se modificaram. A disrupção na vida profissional e doméstica – com reuniões remotas constantes, novas jornadas híbridas e a retomada dos deslocamentos – também mexeu com as práticas alimentares.
Os hábitos da vida moderna têm exercido influência sobre os comportamentos crononutricionais. Estes hábitos são marcados por estresse, inatividade física, sono irregular e horários desregrados para as refeições. Neste contexto, alguns comportamentos como pular o café da manhã, a colação e/ou o lanche da tarde, tendem a induzir um descompasso nos horários das refeições maiores, como o almoço e o jantar, o que vai contra os ritmos biológicos do ser humano e ainda podem aumentar o risco de doenças crônicas não transmissíveis.











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