É muito provável que, neste momento, estamos vivendo algo que se aproxima do que foi a revolução industrial de alguns séculos atrás. Assim como naquela época, não estamos criando nada de novo – mas estamos ganhando uma velocidade absurda em atividades que, muito recentemente, precisavam de mais tempo para serem executadas. A chamada “inteligência artificial”, porém, está cheia de armadilhas que podem seduzir pela facilidade e pela suposta “inteligência”.
No âmbito da Nutrição (e da saúde em geral), isso exige um cuidado redobrado por parte dos profissionais – o que não significa que não devam se aventurar pelas novas tecnologias, pelo contrário.











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