Nas últimas décadas, uma característica marcante da alimentação ocidental tem sido a presença de alimentos ultraprocessados, cujo a tendência é uma composição elevada de gordura, açúcar e sal. Enquanto essas substâncias, em suas diferentes formas, desempenham papéis cruciais tanto no organismo, como na palatabilidade e até a conservação dos alimentos, seu consumo excessivo vem sendo associado a uma série de desfechos adversos à saúde, em âmbito populacional.
Conscientes dessas implicações de saúde pública, há uma movimentação ao redor do mundo com uma variedade de políticas públicas visando desestimular o consumo destas substâncias.











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