Doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e outras doenças cardiovasculares, são as principais causas de morte no mundo. Embora tenham múltiplas origens, uma parte do risco está associada a comportamentos modificáveis, como alimentação inadequada, sedentarismo e sono irregular. A Medicina do Estilo de Vida propõe a prevenção e até a reversão dessas condições por meio de mudanças sustentáveis no dia a dia, com base em práticas cientificamente comprovadas. [1-2]
O termo foi consolidado pelo médico James Rippe em 1999 com a publicação do livro Lifestyle Medicine [3]. Desde então, a abordagem tem sido amplamente estudada e adotada em diversas áreas da saúde. A ideia central é que hábitos cotidianos são fundamentais na manutenção da saúde e que o profissional de saúde deve atuar como facilitador na construção dessas mudanças [2].











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