Uma paciente pode procurar uma bebida para aumentar a ingestão de líquidos, criar um momento de pausa, acompanhar uma refeição ou substituir uma escolha frequente na rotina. Antes de sugerir uma opção, porém, é necessário compreender o que está por trás dessa demanda.
O momento da vida, os sintomas relatados, a alimentação, o sono, os medicamentos e a viabilidade do preparo podem mudar a orientação. A mesma bebida não ocupa o mesmo lugar para uma mulher com fluxo menstrual intenso, uma gestante ou uma paciente na transição menopausal.










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