Treino em clima quente: estratégias nutricionais para segurança, hidratação e desempenho

Treinar em ambientes quentes exige estratégias nutricionais específicas. Evidências mostram que desidratação, desequilíbrio eletrolítico e estresse térmico comprometem desempenho, recuperação e segurança, tornando a atuação do nutricionista essencial na prevenção de riscos.


Treinar em ambientes quentes é uma realidade para grande parte da população brasileira, seja em modalidades outdoor, seja em academias climatizadas. Ainda assim, o impacto do calor sobre a fisiologia do exercício, a hidratação e o desempenho segue subestimado na prática clínica e esportiva. Quando treinamos em ambientes quentes, é fundamental compreender também que existem os riscos à saúde, como a desidratação severa, a hiponatremia e a insolação (golpe de calor). A hidratação adequada e o treinamento da termorregulação são essenciais para prevenir esses problemas.

As evidências mais recentes mostram que o estresse térmico não é apenas um desconforto ambiental, mas um fator fisiológico relevante, capaz de comprometer rendimento, recuperação e segurança quando não manejado adequadamente. Nesse contexto, o nutricionista tem papel central na orientação e na prevenção de riscos associados ao calor.

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