Resistência à insulina: o que realmente muda na conduta nutricional? 

Entenda como interpretar a resistência à insulina e quais estratégias nutricionais priorizar, considerando exames, alimentação e acompanhamento clínico.


É cada vez mais comum encontrar pacientes que chegam ao consultório com glicemia dentro da normalidade, mas com insulina de jejum elevada ou HOMA-IR alterado. Alguns já receberam a informação de que apresentam resistência à insulina. Outros procuram orientação depois de identificar uma alteração nos exames de rotina. 

O desafio começa na interpretação desses resultados. Até que ponto eles refletem uma alteração metabólica relevante? Quais outros aspectos precisam ser investigados? E como transformar essas informações em decisões nutricionais que façam sentido para aquele paciente? 

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