O aumento da busca por desempenho físico entre praticantes recreativos e pacientes de consultório expôs um problema que antes era concentrado no esporte competitivo: episódios de overreaching (ORE) e overtraining syndrome (OTS). Embora sejam fenômenos distintos, ambos representam um desequilíbrio entre carga, recuperação, sono, estresse e nutrição. Identificar precocemente esses sinais é fundamental para evitar a evolução para quadros mais graves.
Para o nutricionista que não atua exclusivamente com atletas, compreender a fisiologia do estresse crônico do treino e reconhecer marcadores simples é essencial para intervir de maneira segura e eficaz.











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