O interesse científico pelas frutas nativas brasileiras tem crescido nos últimos anos, principalmente pelo seu potencial como fontes de compostos bioativos capazes de modular processos relacionados ao estresse oxidativo e à inflamação. Embora os resultados disponíveis sejam promissores, eles ainda devem ser interpretados dentro do conjunto das evidências e não como comprovação de efeito clínico para prevenção ou tratamento de doenças.¹
Para o nutricionista, a principal contribuição dessa discussão talvez não seja descobrir uma nova “superfruta”, mas compreender como a biodiversidade brasileira pode ampliar o repertório alimentar e enriquecer padrões alimentares com alimentos naturalmente ricos em compostos bioativos.











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