Com a chegada da Páscoa, é comum observar um aumento na preocupação dos pacientes em relação ao consumo de chocolate. Muitas vezes, esse alimento é associado a excesso, descontrole e prejuízos à saúde, o que pode gerar ansiedade e comportamentos compensatórios.
Nesse contexto, a atuação do nutricionista precisa ir além da prescrição alimentar. É fundamental considerar não apenas o alimento em si, mas também a forma como ele é percebido e consumido.











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