Na prática de consultório, exames de sangue costumam funcionar melhor como complemento do que como ponto de partida. Eles ajudam a confirmar hipóteses e a organizar decisões, mas raramente substituem o essencial do atendimento, que é entender o que a pessoa come, como come, com que regularidade, em quais contextos e com quais barreiras.
Sem essa leitura do padrão alimentar, um número isolado vira apenas um número, e a chance de interpretar de forma apressada aumenta.











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