“Eu quero evitar a fadiga” foi um jargão do personagem do carteiro no seriado Chaves, que provavelmente os nutricionistas millenials e da geração X se lembram. E dada a relevância cultural deste programa de TV no Brasil, também é muito provável que este simples jargão tenha contribuído para o que se entende por “fadiga” no senso comum. Não se trata de um simples cansaço, ou de uma “preguicinha” depois de muito esforço, mas sim de um sintoma de exaustão que, dependendo do contexto, pode ter uma importante associação com a alimentação – e por consequência, ser objeto de interesse de nutricionistas, especialmente daqueles que atendem o público feminino. E já respondendo a pergunta do título: não, não é só dormir que passa.
“É só dormir que passa?”: Fadiga em mulheres e o papel do nutricionista
Fadiga em mulheres vai além do cansaço: entenda causas nutricionais, papel dos micronutrientes e a atuação do nutricionista.











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