Driblando a monotonia alimentar: Por que é tão importante?

A velocidade do envelhecimento populacional assusta qualquer um que parar para pensar nas consequências deste fato e no quão despreparados podemos estar, como profissionais de saúde. Segundo o IBGE, entre 2012 e 2021 houve um aumento de cerca de 40% das pessoas com mais de 60 anos, passando de 22 milhões para 31 milhões de…


A velocidade do envelhecimento populacional assusta qualquer um que parar para pensar nas consequências deste fato e no quão despreparados podemos estar, como profissionais de saúde.

Segundo o IBGE, entre 2012 e 2021 houve um aumento de cerca de 40% das pessoas com mais de 60 anos, passando de 22 milhões para 31 milhões de idosos brasileiros, número que representa aproximadamente 15% da população total (IBGE, 2022).
Tal fato não só aumenta a chance de um idoso precisar de um atendimento nutricional, mas também do nutricionista estar inserido em um ambiente em que, necessariamente, conviverá com mais idosos – e, assim, também será responsável por eles, não só como profissional de saúde, mas também como cidadão.
Isto porque segundo o Art. 3º do Estatuto do Idoso “é obrigação (…) da comunidade, da sociedade (…) assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação (…)” (Brasil, 2003).

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