Biodiversidade é a variedade de espécies e ecossistemas e, por isso, molda inevitavelmente o que se come. A globalização, entretanto, levou a pesquisa em Nutrição – sobretudo na segunda metade do século XX – a destacar certos padrões regionais em detrimento de outros.
Surge então a pergunta: é indispensável que todas as pessoas consumam, do mesmo modo, frutas, fibras e peixes para alcançar uma alimentação saudável? Evidências provenientes de populações que vivem em biomas distintos indicam que a combinação entre biodiversidade e estilo de vida podem trazer uma proteção cardiovascular, inclusive em cenários que divergem do modelo dominante de “alimentação saudável”.











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