Em todas as áreas do conhecimento científico, mas especialmente na área da saúde, há uma frase que nenhum profissional pode perder de vista: correlação não é causalidade. E quando falamos sobre câncer, isso é especialmente relevante.
“Obesidade causa câncer de mama?” ou “Adiposidade causa cÂncer de mama?”: depende do estágio de vida da mulher, qual medida para aferir o excesso de gordura está sendo usada, quando no curso da vida ocorreu o ganho de peso e qual a predisposição genética para tudo isso acontecer. Estudos recentes trazem sinais consistentes, mas também vieses de medição, confusão residual e heterogeneidade entre populações. Entendendo além da superfície de alegações fáceis, o nutricionista consegue dar um passo a frente – sabendo orientar adequadamente a sua paciente, em um tema tão sensível.











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