O câncer, além de seu impacto físico e emocional, frequentemente afeta a alimentação dos pacientes de maneira significativa. Alterações no paladar, no olfato e no apetite, bem como dificuldades mecânicas como problemas odontológicos, disfagia e náuseas, estão entre as causas mais comuns de ingestão inadequada de nutrientes.
Condições como boca seca, saliva viscosa, mucosite e obstruções gastrointestinais são agravadas pelos tratamentos oncológicos, como quimioterapia e radioterapia, e podem levar a aversões alimentares e perda de peso involuntária. Somado a isso, fatores emocionais, como depressão e ansiedade, contribuem para uma alimentação insuficiente, criando um ciclo prejudicial que impacta a resposta ao tratamento, aumenta a suscetibilidade a infecções e compromete a qualidade de vida.











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