A doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, principais formas das doenças inflamatórias intestinais (DII), são condições crônicas de caráter autoimune que afetam o trato gastrointestinal, com impactos relevantes sobre a saúde digestiva, metabólica e funcional das pessoas acometidas.
Embora apresentem manifestações clínicas distintas, ambas compartilham um curso marcado por períodos de atividade inflamatória e remissão, exigindo uma abordagem terapêutica abrangente e contínua [1].
A alimentação, nesse contexto, não pode ser reduzida a um conjunto de restrições ou listas de alimentos permitidos e proibidos. O papel do nutricionista vai muito além: envolve desde o manejo de sintomas gastrointestinais até a modulação da inflamação, a prevenção de deficiências nutricionais e o suporte à qualidade de vida do paciente ao longo de toda a trajetória da doença [2].











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