A COP30 (Belém, 2025) marcou um momento relevante para a inserção da alimentação e dos sistemas alimentares na agenda climática global. A conferência destacou a urgência de financiar, adaptar e transformar os sistemas agroalimentares para lidar com desafios relacionados ao clima, à biodiversidade e à insegurança alimentar¹,².
Ao mesmo tempo, os acordos finais apresentaram limitações no que diz respeito à incorporação explícita dos “food systems”, o que mantém grande parte das decisões sob responsabilidade de políticas nacionais, iniciativas voluntárias e ações intersetoriais⁵,⁶. Nesse cenário, ampliam-se possibilidades de atuação profissional, especialmente em processos de transição alimentar sustentável, educação nutricional e participação em políticas públicas.











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