É inegável que a obesidade seja uma das grandes questões de saúde pública da atualidade. As últimas décadas foram marcadas por um aumento expressivo da condição no mundo inteiro – no Brasil, entre 1975 e 2019, a prevalência de obesidade saltou de 2% para 21% em homens e de 6% para 29% em mulheres.
As estratégias de enfrentamento da, recém classificada, doença têm falhado de forma expressiva a longo prazo e a nível populacional – e mesmo com o aumento de pesquisas e de profissionais especializados, as perspectivas para os pr��ximos anos não são de melhora. Frente a este, faz-se necessário que profissionais da saúde, especialmente médicos e nutricionistas, revejam a sua forma de atuação neste âmbito, não só fugindo dos estereótipos já cravados no senso comum, como também ampliando sua visão sobre o tema.











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