A popularização da internet transformou radicalmente a maneira como as pessoas buscam informações, especialmente sobre saúde e nutrição. Cerca de 83% dos brasileiros, ou aproximadamente 182 milhões de pessoas, possuem algum tipo de acesso à internet [1].
Apesar das vantagens proporcionadas por essa conectividade, é importante reconhecer que o ambiente digital também se tornou terreno fértil para a disseminação de informações falsas ou imprecisas— as chamadas fakes news.
As fake news são informações erradas ou enganosas que se propagam rapidamente, muitas vezes de forma intencional, causando danos à compreensão pública de determinados assuntos. Para entender melhor este fenômeno é preciso diferenciar três tipos de transtornos de informação: a informação errada, compartilhada sem consciência de sua falsidade ou potencial dano; a desinformação, compartilhada com a intenção deliberada de enganar; e a informação danosa, que mesmo verdadeira, pode causar prejuízos ao ser apresentada fora de contexto ou de maneira irresponsável [2].











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