Na prática clínica, é comum que pacientes relatem sintomas recorrentes, como fadiga, baixa disposição e desconfortos musculares, sem que exames laboratoriais indiquem alterações significativas. Nesse contexto, o magnésio surge como um nutriente de interesse, especialmente por sua ampla participação em funções fisiológicas e pela dificuldade de avaliação precisa do seu status no organismo³⁻⁵.
Micronutrientes atuam de forma integrada em diferentes processos biológicos, contribuindo para o funcionamento adequado do organismo e para a manutenção da saúde¹. Assim, alterações sutis no estado de nutrientes como o magnésio podem impactar múltiplos sistemas, mesmo sem alterações laboratoriais evidentes.











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